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CULTURA
Em nome do futuro convém ficar vigilante

Em nome do futuro convém ficar vigilante

A crença de que a IA, a máquina é detentora da verdade, sem a questionar, sem a pôr em causa é o receio que aqui está presente, um receio legítimo e fundamentado. Como diz Lídia Jorge, podemos estar a perder, pouco a pouco, a independência do nosso pensamento.

Marília dos Santos Lopes
04 de março de 2026
Em casa com Heidegger

Em casa com Heidegger

É neste ponto que a casa adquire uma ambivalência, simultaneamente lugar de abrigo (onde o sujeito se protege contra a dispersão do exterior) e lugar de resistência (contra a perda de si mesmo), onde se torna possível o encontro com o próprio nada. A casa já não é só o espaço que defende do exterior, mas também o lugar que expõe o ser à própria existência.

João Valério
04 de fevereiro de 2026
Húmus: cultivar como prática

Húmus: cultivar como prática

Conhecendo de antemão o extenso trabalho de Pomar e Morais, foi uma belíssima surpresa encontrar as paisagens de Moreira e Castro Neves. De baixo, a vista atravessa o espaço até ao piso superior, como se a própria arquitetura nos convidasse a percorrer as obras envolventes entre luz e sombra. Mergulhamos no húmus, esse organismo vivo: entre a morte e a vida, criador de energia, que nos propõe a curadora Ana Rito.

Francisca Gigante
14 de janeiro de 2026
Bovarismo eclesial

Bovarismo eclesial

As várias tentativas de uniformização da Igreja, quer nos seus ritos, quer nas suas posições pastorais, em vez de contribuírem para uma maior unidade, causam maior divisão, arriscando perder a verdadeira riqueza do património eclesial, a sua diversidade.

João Duque
17 de dezembro de 2025
O «último avô» de Afonso Reis Cabral

O «último avô» de Afonso Reis Cabral

O Último avô começa precisa e exatamente quando o escritor queima no seu quintal o manuscrito em que trabalhara durante anos, pelo que todos admitem que poderia ter sido o aguardado livro sobre a sua experiência traumática na guerra colonial.

Marília Lopes
26 de novembro de 2025
Bach e Händel. Diálogo entre a razão e a emoção

Bach e Händel. Diálogo entre a razão e a emoção

Desde logo, Johann Sebastian Bach e Georg Friedrich Händel são figuras maiores da História da Música Ocidental cujo legado, vasto e complexo, continua a potenciar novas leituras e experiência artísticas.

João Andrade Nunes
22 de outubro de 2025
O Papa, Thérive e S. Pedro em diálogo

O Papa, Thérive e S. Pedro em diálogo

O Papa Leão XIV, André Thérive e São Pedro entram numa biblioteca. Podia ser o início de uma anedota – mas neste caso entram inspirados por um silêncio mais profundo, entrecortado apenas pelo rumor das páginas e do som longínquo do mundo exterior. O encontro simbólico é a nossa porta para um tema hoje, e desde sempre, tão necessário – o diálogo.

João Valério
09 de julho de 2025
É um mundo mágico, Hobbes, velho amigo… Vamos explorá-lo

É um mundo mágico, Hobbes, velho amigo… Vamos explorá-lo

Em 2025 assinalam-se 40 anos sobre a data da publicação da primeira tira de Calvin & Hobbes, desenho que inaugurou o início da irresistível relação entre Calvin (...) e o seu inseparável companheiro de aventuras Hobbes (1)

Helena Rafael
04 de junho de 2025
Mosaico de Pedra: A Arte de Ilda David

Mosaico de Pedra: A Arte de Ilda David

Ilda David, com sua sensibilidade única, utiliza a pedra como uma extensão do espírito do lugar, adequando-se formalmente ao ambiente e transmitindo uma mensagem de introspeção e contemplação.

Francisca Gigante
05 de fevereiro de 2025
O almoço do trolha

O almoço do trolha

É nesta tentativa de trazer a arte para a vida e levar a vida para a arte que se vem fazendo o casamento entre as palavras e a imagem, duas forças maiores que nos provocam, incitam e não nos deixam indiferentes.
As grandes pinturas da humanidade têm motivado em mim histórias e poemas libertadores e que, de certa forma, tornam um pouco mais sublime a existência.

Maria da Luz Coelho
08 de janeiro de 2025
Natal dos Hospitais, um conto de Natal

Natal dos Hospitais, um conto de Natal

Ela sabia que estar doente não era coisa boa, porém estar a viver um Natal dos Hospitais era bem melhor do que tinha quando estava doente, a única coisa que lhe faziam era canja de galinha e não ia à escola.

Cláudia Araújo Teixeira
11 de dezembro de 2024
Que não se calem os sinos

Que não se calem os sinos

Poderá o toque do sino ser a voz do dono da casa a convidar-nos para entrar?

Carlos Ferreira
06 de novembro de 2024
Mesa Redonda
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