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S. Vicente de Paulo, o santo da Caridade, é o fundador da Congregação da Missão. Presentes em todo o mundo, estamos em Portugal desde 1717. Talvez nos conheça como Padres Vicentinos ou Padres da Missão.

SOBRE NÓS

© 2019 por Província Portuguesa da Congregação da Missão. 

QUEM SOMOS

"Voltemos a nossa mente e o nosso coração para São Vicente de Paulo, homem de acção e de oração, de organização e de imaginação, de comando e de humildade, homem de ontem e de hoje. Que aquele camponês das Landes, convertido pela graça de Deus em génio da caridade, nos ajude a todos nós a pôr mais uma vez as mãos no arado - sem olhar para trás - para o único trabalho que importa, o anúncio da Boa Nova aos pobres..."

(João Paulo II)

S. VICENTE DE PAULO,
O SANTO
DA
CARIDADE

"Em contacto com os camponeses, conheceu o estado de abandono religioso e a miséria em que viviam as populações do campo. Percebeu que os pobres tinham necessidades urgentes e que, para ser fiel a Cristo, era preciso servi-los. Começou, então, a pregar missões entre os pobres e a organizar diversas obras de caridade".

SAIBA MAIS>>

HISTÓRIA DA PROVÍNCIA PORTUGUESA DA CONGREGAÇÃO DA MISSÃO

O primeiro lazarista a chegar a Lisboa para uma fundação, em 9 de Novembro de 1717, é o superior da casa de Monte Célio, o português, padre Gomes da Costa, apoiado num breve de Clemente XI que o autoriza  a erigir a Congregação da Missão em Portugal.

SAIBA MAIS >>

CONGREGAÇÃO
DA MISSÃO:
«ENVIADOS POR TODO O MUNDO»

Para melhor ir ao encontro de todos os tipos de necessidades, Vicente de Paulo convocou todos aqueles que podia, ricos, pobres... e servindo-se de todos os meios

disponíveis, começou uma missão que foi chegando a todo o mundo.

SAIBA MAIS >>

O encontro com Jesus, o Bom Pastor, na figura dos pobres

"Peço para a Igreja e para vós a graça de encontrar no irmão faminto, sedento, estrangeiro, despojado de suas vestes e de sua dignidade, doente e preso, ou ainda, indeciso, ignorante, obstinado no pecado, afligido, grosseiro, mal-humorado e importuno, o Senhor Jesus; de encontrar nas feridas gloriosas de Jesus, a força da caridade, a felicidade do grão que, morrendo, gera vida, a fecundidade da rocha de onde jorra a água, a alegria de sair de si e de ir ao mundo, sem nostalgia do passado, mas com confiança em Deus, criativos diante dos desafios de hoje e do amanhã, pois, como dizia São Vicente, «o amor é inventivo ao infinito»".

(Papa Francisco, por ocasião dos 400 anos da fundação da Congregação da Missão, 27-9-2017)