Amigos da faculdade

Agora de Deus

10 de Setembro de 2020, por MIGUEL CARVALHO

Bruno Cunha

Inês Espada Vieira

João Pires Silva

Luciano Ferreira

Mafalda Guia

Manuel Guedes

Miguel Carvalho

Nélio Pita

Pedro Guimarães

Ricardo Cunha

Artigos

Suzana Ferreira

Chamados a ser Agora de Deus.

 

Lembro o desafio audacioso do Papa Francisco, na Eucaristia de Envio, aos jovens na JMJ do Panamá: "Porque vós, queridos jovens, não sois o futuro, mas o agora de Deus".
Tão simples, verdadeiramente desafiante...

 

E o tempo que vivemos torna este propósito mais determinante pela novidade do imprevisível, ousadia de ir adiante, coragem de sair para fora da incerteza, readaptar novas circunstâncias, reajustar a novas realidades, irreverência própria da juventude que não se conforma e reitera a capacidade de superar o momento.
Bem confia a Igreja aos jovens este determinante Agora de Deus, na esperança de um tempo novo, capaz de transformar. É próximo, concreto, intuitivo, envolvente, contagiante no amor que tudo é capaz!
"Porque um Deus próximo no dia-a-dia, amigo e irmão pede-nos para aprendermos proximidade, presença diária e, sobretudo, fraternidade. (…) Deus é real, porque o amor é real; Deus é concreto, porque o amor é concreto", assim nos demonstra o Papa Francisco, porque a dimensão do amor, como tão bem nos indica S. Vicente de Paulo, é inventiva até ao infinito.

 

Este é o impulso para o tempo que urge agora. Tornarmo-nos presentes no concreto da nossa vida!
Embora em tempos conturbados, confrontados com uma pandemia que restringe os afetos, cria distanciamento, afasta pelo perigo de contágio, limita nas expressões de convívio, é preciso aquela jovialidade tão espontânea da juventude, que nos faz acreditar na esperança de que pode ser diferente e subsistir o bem, que acalenta até na maior das adversidades.

 

Este é o Agora de Deus confiado aos jovens, pela ousadia, resiliência, capacidade de inverter a agonia e criar espaço, encontro que alivia, retempera e proporciona laços de alegria no conforto do belo da existência humana que só o amor pode sustentar.

 

Mas como podem ou devem os jovens interpretar este tão emergente Agora de Deus?
Procurar a Cristo com simplicidade, dispondo todo o entendimento a acolher a Palavra de Deus. Só assim posso interpretar o modelo de Jesus na minha Vida e sentir tão capaz de concretizar o melhor dos preceitos na ação reveladora do Agora de Deus.

 

Amar, voltar a amar, não deixar de amar, assim como Deus nos revela pelo mandamento da Palavra, mas na infinidade do gesto sempre dado com todo o ser de quem não se poupa na entrega completa de amor ao próximo...
E é possível no mais simples das nossas ações, no nosso quotidiano, no agitado e tantas vezes conturbado dia-a-dia de tudo o que nos envolve ou em tanto do que nos relacionamos.

 

O jovem é prático, descomplica, irrequieto, frontal, insatisfeito, impaciente, quer saber, não se fica por metade, vai adiante sem receio e busca o alto da maior das realizações. É aos jovens que confiamos o mais exigente, pela imensa energia de desbravar caminho da adversidade e trazer novidade, outros rumos, horizonte que extravasa, capacidade de reinventar para lá da imaginação que só o atrevimento da juventude é capaz de transformar.

 

Por isso não vos escuseis a concretizar, Agora, o amor de Deus que é essencial, mesmo indispensável, no mais concreto das nossas ações de todos os dias.

 

É um tempo que necessita da disposição jovem no essencial, que pode fazer muita diferença. Vai, dá o melhor de ti e deixa que se concretize pela gratuitidade da ação este admirável Agora de Deus!

SOBRE NÓS

S. Vicente de Paulo, o santo da Caridade, é o fundador da Congregação da Missão. Presentes em todo o mundo, estamos em Portugal desde 1717. Talvez nos conheça como Padres Vicentinos, Lazaristas ou Padres da Missão.

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