Lições bíblicas

Epifania significa manifestação do Senhor. Esta solenidade revela-nos uma salvação que vem de Deus, não dos nossos esforços humanos, mas do poder de Deus. E é uma salvação universal, que não exclui ninguém.

Solenidade da Epifania do Senhor

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Epifania significa manifestação do Senhor. Esta solenidade revela-nos uma salvação que vem de Deus, não dos nossos esforços humanos, mas do poder de Deus. E é uma salvação universal, que não exclui ninguém.

A celebração da Epifania convida-nos a descobrir o grande presente de Deus, o intercâmbio de salvação: Deus fazendo-se homem quis que todos os homens cheguem a ser filhos de Deus. O mistério do Natal converte-se num anúncio alegre.

Cristo é luz de todos os povos. No fim da missa convida-se aos cristãos a dar testemunho da nossa fé no meio do mundo. Somos convidados a levar a Cristo e sua paz aos nos lugares onde nos movemos e vivemos. A Igreja tem a missão de oferecer a salvação de Deus em todos os lugares e tempos.

As leituras deste domingo da Epifania, resumidamente, apresentam-nos a seguinte mensagem:
- Isaías 60, 1-6: Isaías profetiza neste cântico de alegria e de louvor, que chegará o dia em que a glória do Senhor amanhecerá sobre Jerusalém, quando a nova Jerusalém voltará a ser a casa de todos, e esta realidade já está a chegar. Fala-se da Jerusalém gloriosa. É um início, mas não é o resplendor da luz do meio dia. Há muitos povos onde ainda não se fez dia. Ainda há noite ali. Todos se movem para a luz, todos querem viver o novo dia, como uma procissão.

- Efésios 3,2-3ª.5-6: Paulo reconhece que ele foi instrumento de Deus para que a Igreja abra novos horizontes, e leve o Evangelho aos novos povos, visto que a mensagem de Jesus é universal. Deus quis revelar-se a todos os povos que compartilham assim esta mesma promessa. O Apóstolo erige-se em intérprete do plano de Deus. A revelação do mistério aos apóstolos inclui sempre a missão. A missão apostólica toma uma missão intracomunitária e extracomunitária (todos os povos – os pagãos – compartilham a herança e a promessa de Deus, que é Jesus).

- Mateus 2,1-12: o Oriente traz uns Magos que vêm adorar o rei dos judeus. Neles vemos a verdadeira atitude para nos aproximarmos de Deus: a humildade da adoração. Os magos-sábios do Oriente viram uma estrela. O judaísmo refere-o à vinda do Messias. O nascimento de Jesus faz parte da tradição do rei rejeitado que, por obra do Senhor, é reconhecido. Os magos e Herodes manifestam a vontade de render homenagem ao Rei-Messias. Os magos conseguem-no e oferecem ao menino os seus presentes. Herodes não o consegue: não tem nada para oferecer, não se move da sua inquietação inicial. O evangelho propõe que encontrar Jesus representa ter encontrado o Messias, o Pastor do seu povo (humilde).

Rejeitemos o Herodes que temos em nós: Isto é meu! Isto é só para mim… Saibamos, como nos disse o profeta Isaías, levantar os olhos como os três sábios descobrindo todos os presentes que já temos e com o coração magnânimo dêmos graças.

Em cada Eucaristia vimos adorar a Jesus e hoje pedimos-lhe: a Sabedoria da Esperança, da Caridade e da Fé, para que sempre nos sintamos acompanhados por Jesus, a Sabedoria de Deus encarnada.

Pe. Albertino Gonçalves, CM
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