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LOCALIZAÇÃO

(+351) 213 422 102 | 217 263 370

 

Estrada da Luz, 112-1º

1600 - 162 Lisboa

 

comunicacaoppcm@gmail.com 

S. Vicente de Paulo, o santo da Caridade, é o fundador da Congregação da Missão. Presentes em todo o mundo, estamos em Portugal desde 1717. Talvez nos conheça como Padres Vicentinos ou Padres da Missão.

SOBRE NÓS

© 2019 por Província Portuguesa da Congregação da Missão. 

MISSÕES POPULARES VICENTINAS

Sonho com uma opção missionária capaz de transformar tudo, para que os costumes, os estilos, os horários, a linguagem e toda a estrutura eclesial se tornem um canal proporcionado mais à evangelização do mundo actual que à auto-preservação. A reforma das estruturas, que a conversão pastoral exige, só se pode entender neste sentido: fazer com que todas elas se tornem mais missionárias, que a pastoral ordinária em todas as suas instâncias seja mais comunicativa e aberta, que coloque os agentes pastorais em atitude constante de «saída» e, assim, favoreça a resposta positiva de todos aqueles a quem Jesus oferece a sua amizade

(EG, 27)

IDENTIDADE

A Missão Popular é uma acção de evangelização concreta que pretende renovar a acção missionária da igreja local. 

OBJECTIVOS

A Missão Popular pretende contribuir para a criatividade missionária da comunidade cristã: pela formação dos membros da paróquia para serem agentes de evangelização; pela construção de uma comunidade de comunidades; e pela renovação da acção caritativa comunitária.

ESTRUTURA

A Missão Popular, identificando e adaptando-se à realidade onde se realiza, estrutura-se em 3 momentos (pré-missão; missão e pós-missão) e conta com uma equipa missionária...

«A Igreja cresce por atracção» 

«À escuta do Espírito, que nos ajuda a reconhecer comunitariamente os sinais dos tempos, recordamos que a nova evangelização interpela a todos, realizando-se fundamentalmente em três âmbitos. Em primeiro lugar, mencionamos o âmbito da pastoral ordinária, «animada pelo fogo do Espírito a fim de incendiar os corações dos fiéis que frequentam regularmente a comunidade, reunindo-se no dia do Senhor, para se alimentarem da sua Palavra e do Pão de vida eterna» (…) Em segundo lugar, lembramos o âmbito das «pessoas baptizadas que, porém, não vivem as exigências do Baptismo», não sentem uma pertença cordial à Igreja e já não experimentam a consolação da fé. (…) Por fim, frisamos que a evangelização está essencialmente relacionada com a proclamação do Evangelho àqueles que não conhecem Jesus Cristo ou que sempre O recusaram. (…) Todos têm o direito de receber o Evangelho»

(EG, 14).